Ciência Política e Relações Internacionais
- Nota de entrada
- 160,5
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 35
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 9,3
- 2025
- Desemprego
- 2,7 %
- 164 diplomados
Ciência Política e Relações Internacionais é uma licenciatura oferecida pela Universidade da Beira Interior (UBI), localizada na cidade da Covilhã, distrito de Castelo Branco. Este curso do 1º ciclo visa formar profissionais com conhecimentos sólidos sobre os sistemas políticos, as dinâmicas do poder e as interações entre Estados e organizações internacionais. Os estudantes desenvolvem competências analíticas e críticas para compreender fenómenos políticos e sociais em contextos nacionais e globais.
Ao longo do curso, os alunos exploram áreas como teoria política, políticas públicas, diplomacia, direitos humanos e cooperação internacional. A formação prepara-os para interpretar e intervir em processos políticos e relações internacionais, promovendo uma visão integrada das questões contemporâneas. Este percurso académico proporciona uma base teórica e prática essencial para quem pretende aprofundar o estudo das ciências sociais e políticas.
A licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais da UBI está enquadrada no sistema nacional de ensino superior e cumpre os requisitos definidos pela Direção-Geral do Ensino Superior, garantindo a qualidade e a validade do diploma a nível nacional.
Ciência Política e Relações Internacionais é uma licenciatura do ensino público da Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 160,5 pontos (escala 0–200), para 35 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 3,7 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 287 estudantes (9,3 candidatos por vaga); 59,4 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 2,7 % (164 diplomados considerados, dados InfoCursos). 64,4 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 6,8 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 5 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 35 | — | — | 35 | 160,5 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 31 | 287 | 56 | 32 | 156,8 | 163,3 |
| 2025 · 2.ª fase | 6 | 68 | 28 | 8 | 160,8 | 165,8 |
| 2024 · 1.ª fase | 31 | 276 | 40 | 33 | 163,5 | 168,2 |
| 2024 · 2.ª fase | 4 | 62 | 17 | 9 | 161,3 | 167,9 |
| 2023 · 1.ª fase | 30 | 255 | 43 | 31 | 164,9 | 170,5 |
| 2023 · 2.ª fase | 6 | 45 | 13 | 6 | 157,2 | 156,5 |
- Provas de ingresso
- InglêsouFilosofiaouFilosofia+HistóriaouGeografia+PortuguêsouFilosofia+InglêsouGeografia+HistóriaouHistória+PortuguêsouFilosofia+Português
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 64,3 % | 16,3 | 31 |
| 2024 | 67,5 % | 16,8 | 33 |
| 2023 | 63,9 % | 16,8 | 31 |
| 2022 | 65 % | 16,7 | 30 |
| 2021 | 61,8 % | 16,8 | 36 |
| 2020 | 61,7 % | 16,4 | 37 |
- Continuam no mesmo curso
- 83 %
- Mudam de curso na instituição
- 3,4 %
- Mudam de instituição
- 6,8 %
- Deixam o ensino superior
- 6,8 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 64,4 %
- Com mais um ano
- 71,2 %
- Com mais três anos
- 78 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 45,1 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 14,3 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 9,9 %
- Mudança de curso
- 1,1 %
- Maiores de 23
- 2,2 %
- Outros regimes
- 27,5 %
- Mulheres
- 61 %
- Homens
- 39 %
- Portugueses
- 61,7 %
- Estrangeiros
- 38,3 %
- <=18
- 14,9 %
- 19
- 21,4 %
- 20
- 27,3 %
- 21
- 13 %
- 22
- 7,8 %
- 23
- 2,6 %
- 24
- 3,2 %
- 25-27
- 3,9 %
- 28-30
- 1,3 %
- 31-39
- 1,9 %
- >=40
- 2,6 %
- 12 valores
- 12,9 %
- 13 valores
- 15,7 %
- 14 valores
- 20 %
- 15 valores
- 22,9 %
- 16 valores
- 17,1 %
- 17 valores
- 10 %
- 18 valores
- 1,4 %

