- Nota de entrada
- 115,5
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 49
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 3,3
- 2025
- Desemprego
- 3 %
- 132 diplomados
Licenciatura em Economia na Universidade da Beira Interior (UBI), situada na cidade da Covilhã, oferece uma formação sólida e abrangente na área das ciências económicas. Este curso de 1º ciclo visa dotar os estudantes de conhecimentos fundamentais sobre os sistemas económicos, análise de mercados, políticas económicas e gestão de recursos, preparando-os para compreender e interpretar os fenómenos económicos a nível nacional e internacional.
Ao longo do curso, os alunos desenvolvem competências analíticas, quantitativas e críticas, essenciais para a tomada de decisões informadas em contextos económicos diversos. A formação inclui o estudo de teorias económicas, métodos estatísticos e ferramentas de análise financeira, promovendo uma visão integrada das dinâmicas económicas contemporâneas. Esta preparação académica permite uma base sólida para prosseguir estudos avançados ou integrar áreas relacionadas com a economia e gestão.
A Licenciatura em Economia da UBI está integrada numa instituição pública reconhecida pelo seu compromisso com a qualidade do ensino superior e pela diversidade da sua oferta formativa. O curso contribui para a formação de profissionais capazes de atuar em múltiplos setores, valorizando o rigor científico e a capacidade de adaptação às exigências do mercado e da sociedade.
Economia é uma licenciatura do ensino público da Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 115,5 pontos (escala 0–200), para 49 vagas. Face ao ano anterior, a nota desceu 8,3 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 163 estudantes (3,3 candidatos por vaga); 41,9 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 3 % (132 diplomados considerados, dados InfoCursos). 41,1 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 4 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 23 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 49 | — | — | 37 | 115,5 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 49 | 163 | 13 | 31 | 123,8 | 140,2 |
| 2025 · 2.ª fase | 25 | 39 | 7 | 12 | 124,0 | 139,9 |
| 2024 · 1.ª fase | 49 | 162 | 17 | 49 | 128,5 | 143,7 |
| 2024 · 2.ª fase | 7 | 33 | 10 | 12 | 131,8 | 145,1 |
| 2023 · 1.ª fase | 49 | 166 | 8 | 37 | 119,7 | 138,0 |
| 2023 · 2.ª fase | 18 | 43 | 5 | 20 | 118,2 | 133,9 |
- Provas de ingresso
- Matemática AouEconomia+Matemática AouGeografia+Matemática AouMatemática A+Português
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 31,9 % | 13,9 | 31 |
| 2024 | 24,7 % | 14,4 | 43 |
| 2023 | 15,1 % | 13,6 | 41 |
| 2022 | 23,8 % | 14,4 | 49 |
| 2021 | 23,1 % | 14,2 | 45 |
| 2020 | 35,9 % | 14,8 | 50 |
- Continuam no mesmo curso
- 84 %
- Mudam de curso na instituição
- 1 %
- Mudam de instituição
- 11 %
- Deixam o ensino superior
- 4 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 41,1 %
- Com mais um ano
- 57,1 %
- Com mais três anos
- 58,9 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 25,3 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 23,2 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 33,3 %
- Mudança de curso
- 2 %
- Maiores de 23
- 0 %
- Outros regimes
- 16,2 %
- Mulheres
- 39,5 %
- Homens
- 60,5 %
- Portugueses
- 80 %
- Estrangeiros
- 20 %
- <=18
- 17,8 %
- 19
- 16,8 %
- 20
- 26,5 %
- 21
- 15,7 %
- 22
- 10,8 %
- 23
- 4,9 %
- 24
- 3,8 %
- 25-27
- 2,2 %
- 28-30
- 0,5 %
- 31-39
- 1,1 %
- 11 valores
- 9,1 %
- 12 valores
- 40 %
- 13 valores
- 25,5 %
- 14 valores
- 14,5 %
- 15 valores
- 9,1 %
- 16 valores
- 1,8 %

