Engenharia e Gestão Industrial
- Nota de entrada
- 129,3
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 20
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 3,1
- 2025
- Desemprego
- 0 %
- 50 diplomados
Engenharia e Gestão Industrial na Universidade da Beira Interior (UBI) é uma licenciatura que integra conhecimentos técnicos de engenharia com competências de gestão, preparando os estudantes para atuar na otimização de processos produtivos e na administração eficiente de recursos em ambientes industriais. O curso desenvolve capacidades analíticas e práticas, focando-se na melhoria contínua, inovação e sustentabilidade nas organizações.
Esta formação combina áreas como engenharia de produção, gestão da qualidade, logística, planeamento e controlo da produção, promovendo uma visão integrada que permite aos diplomados responderem aos desafios complexos do setor industrial. A UBI, situada na cidade da Covilhã, oferece um ambiente académico que alia tradição e inovação, inserido numa região com forte ligação ao tecido industrial e empresarial.
Com um percurso académico estruturado para o 1º ciclo do ensino superior, o curso de Engenharia e Gestão Industrial da UBI visa dotar os estudantes de competências técnicas e de gestão essenciais para o mercado atual, contribuindo para a formação de profissionais capazes de liderar e implementar soluções eficazes em contextos industriais diversos.
Engenharia e Gestão Industrial é uma licenciatura do ensino público da Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 129,3 pontos (escala 0–200), para 20 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 4,3 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 61 estudantes (3,1 candidatos por vaga); 60 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 0 % (50 diplomados considerados, dados InfoCursos). 81 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 2,2 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 17 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 20 | — | — | 15 | 129,3 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 20 | 61 | 3 | 5 | 125,0 | 139,2 |
| 2025 · 2.ª fase | 15 | 18 | 2 | 4 | 122,8 | 134,5 |
| 2024 · 1.ª fase | 20 | 77 | 10 | 19 | 118,8 | 142,8 |
| 2024 · 2.ª fase | 2 | 10 | 3 | 3 | 140,9 | 143,7 |
| 2023 · 1.ª fase | 21 | 67 | 7 | 13 | 128,9 | 143,6 |
| 2023 · 2.ª fase | 8 | 10 | 1 | 3 | 136,1 | 143,0 |
- Provas de ingresso
- Física e Química+Matemática AouFísica e Química+Geometria Descritiva+Matemática AouFísica e Química+Matemática A+PortuguêsouEconomia+Física e Química+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 23,3 % | 13,7 | 10 |
| 2024 | 19,3 % | 14,2 | 20 |
| 2023 | 23,4 % | 14,3 | 16 |
| 2022 | 19,4 % | 14,6 | 21 |
| 2021 | 16,9 % | 14,2 | 22 |
| 2020 | 25,3 % | 14,6 | 23 |
- Continuam no mesmo curso
- 93,5 %
- Mudam de curso na instituição
- 2,2 %
- Mudam de instituição
- 2,2 %
- Deixam o ensino superior
- 2,2 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 81 %
- Com mais um ano
- 81 %
- Com mais três anos
- 81 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 45,5 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 15,9 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 15,9 %
- Mudança de curso
- 4,5 %
- Maiores de 23
- 0 %
- Outros regimes
- 18,2 %
- Mulheres
- 33,8 %
- Homens
- 66,2 %
- Portugueses
- 87 %
- Estrangeiros
- 13 %
- <=18
- 19,5 %
- 19
- 18,2 %
- 20
- 29,9 %
- 21
- 13 %
- 22
- 9,1 %
- 23
- 5,2 %
- 24
- 1,3 %
- 25-27
- 1,3 %
- 28-30
- 1,3 %
- >=40
- 1,3 %
- 11 valores
- 7,5 %
- 12 valores
- 42,5 %
- 13 valores
- 12,5 %
- 14 valores
- 20 %
- 15 valores
- 10 %
- 16 valores
- 2,5 %
- 17 valores
- 5 %

