Engenharia Eletromecânica
- Nota de entrada
- 117,0
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 42
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 1,6
- 2025
- Desemprego
- 2 %
- 98 diplomados
Engenharia Eletromecânica na Universidade da Beira Interior (UBI) é uma licenciatura que forma profissionais capazes de integrar conhecimentos das áreas da engenharia elétrica e mecânica. O curso desenvolve competências técnicas e científicas essenciais para o projeto, análise, operação e manutenção de sistemas eletromecânicos, promovendo uma visão integrada dos processos industriais e tecnológicos.
Ao longo do percurso académico, os estudantes adquirem uma sólida base em matemática, física, eletrónica, mecânica e controlo automático, preparando-se para enfrentar desafios técnicos complexos. Esta formação permite compreender e aplicar tecnologias relacionadas com máquinas elétricas, sistemas de energia, automação e robótica, entre outras áreas relevantes da engenharia.
Este curso, ministrado na cidade da Covilhã, distrito de Castelo Branco, corresponde ao 1º ciclo do ensino superior, conferindo o grau de licenciado. A estrutura curricular está alinhada com as normas nacionais e europeias, garantindo uma formação reconhecida e adequada às exigências atuais do setor da engenharia.
Engenharia Eletromecânica é uma licenciatura do ensino público da Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 117,0 pontos (escala 0–200), para 42 vagas. Face ao ano anterior, a nota desceu 12,3 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 56 estudantes (1,6 candidatos por vaga); 81,8 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 2 % (98 diplomados considerados, dados InfoCursos). 25,7 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 3,1 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 2 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 42 | — | — | 31 | 117,0 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 35 | 56 | 9 | 11 | 129,3 | 145,0 |
| 2025 · 2.ª fase | 24 | 14 | 7 | 9 | 124,0 | 134,1 |
| 2024 · 1.ª fase | 35 | 45 | 7 | 9 | 130,7 | 152,9 |
| 2024 · 2.ª fase | 26 | 11 | 4 | 5 | 133,0 | 137,0 |
| 2023 · 1.ª fase | 35 | 45 | 4 | 5 | 149,7 | 164,5 |
| 2023 · 2.ª fase | 31 | 2 | 0 | 0 | — | — |
- Provas de ingresso
- Matemática AouFísica e Química+Matemática AouFísica e Química+Matemática A+PortuguêsouFísica e Química+Geometria Descritiva+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 24,8 % | 14,0 | 20 |
| 2024 | 24 % | 14,7 | 14 |
| 2023 | 56,3 % | 16,4 | 5 |
| 2022 | 26,6 % | 14,6 | 18 |
| 2021 | 28,3 % | 15,0 | 16 |
| 2020 | 25,6 % | 14,2 | 35 |
- Continuam no mesmo curso
- 90,6 %
- Mudam de curso na instituição
- 6,3 %
- Mudam de instituição
- 0 %
- Deixam o ensino superior
- 3,1 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 25,7 %
- Com mais um ano
- 45,7 %
- Com mais três anos
- 57,1 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 48,4 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 12,9 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 0 %
- Mudança de curso
- 9,7 %
- Maiores de 23
- 3,2 %
- Outros regimes
- 25,8 %
- Mulheres
- 4 %
- Homens
- 96 %
- Portugueses
- 85,3 %
- Estrangeiros
- 14,7 %
- <=18
- 14,7 %
- 19
- 9,3 %
- 20
- 18,7 %
- 21
- 24 %
- 22
- 10,7 %
- 23
- 9,3 %
- 24
- 6,7 %
- 25-27
- 5,3 %
- >=40
- 1,3 %
- 11 valores
- 21,9 %
- 12 valores
- 37,5 %
- 13 valores
- 21,9 %
- 14 valores
- 9,4 %
- 15 valores
- 6,3 %
- 16 valores
- 3,1 %

