Estudos Orientais: Estudos Chineses e Japoneses
- Nota de entrada
- 126,0
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 34
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 1,4
- 2025
- Desemprego
- 3,7 %
- 93 diplomados
Estudos Orientais: Estudos Chineses e Japoneses é uma licenciatura da Universidade do Minho, com a duração de seis semestres e um total de 180 ECTS. Inserido na área de Línguas e Literaturas Estrangeiras, este curso proporciona uma formação sólida nas línguas, culturas e sociedades da China e do Japão, com especial ênfase no domínio da gramática chinesa através de metodologias ativas de ensino.
Ao longo do curso, os estudantes desenvolvem competências linguísticas, culturais e analíticas que lhes permitem compreender e interpretar os contextos históricos e contemporâneos destes países. A formação inclui o estudo aprofundado das línguas chinesa e japonesa, bem como a sua aplicação prática, preparando os alunos para uma atuação crítica e informada em áreas relacionadas com os estudos orientais.
Este curso público universitário, lecionado em Braga, oferece uma oportunidade única para quem pretende especializar-se no conhecimento das culturas asiáticas, num contexto académico rigoroso e multidisciplinar.
Estudos Orientais: Estudos Chineses e Japoneses é uma licenciatura do ensino público da Universidade do Minho, em Braga. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 126,0 pontos (escala 0–200), para 34 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 3,0 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 54 estudantes (1,4 candidatos por vaga); 62,5 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 3,7 % (93 diplomados considerados, dados InfoCursos). 30,2 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 18,8 % deixam o ensino superior no primeiro ano.
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 34 | — | — | 34 | 126,0 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 39 | 54 | 10 | 16 | 123,0 | 151,5 |
| 2025 · 2.ª fase | 26 | 12 | 3 | 5 | 121,8 | 145,4 |
| 2024 · 1.ª fase | 39 | 107 | 36 | 40 | 145,2 | 157,7 |
| 2024 · 2.ª fase | 1 | 28 | 5 | 2 | 150,8 | 155,2 |
| 2023 · 1.ª fase | 38 | 149 | 49 | 39 | 152,2 | 163,7 |
| 2023 · 2.ª fase | 1 | 39 | 19 | 1 | 168,6 | 168,6 |
| 2022 · 1.ª fase | — | — | — | — | 148,8 | — |
| 2022 · 2.ª fase | — | — | — | — | 153,6 | — |
| 2021 · 1.ª fase | — | — | — | — | 164,4 | — |
| 2021 · 2.ª fase | — | — | — | — | 175,4 | — |
| 2020 · 1.ª fase | — | — | — | — | 158,8 | — |
| 2020 · 2.ª fase | — | — | — | — | 162,2 | — |
- Provas de ingresso
- InglêsouPortuguêsouInglês+MandarimouInglês+PortuguêsouFilosofia+Inglês
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 100 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 45,6 % | 15,1 | 15 |
| 2024 | 46,3 % | 15,8 | 39 |
| 2023 | 54,7 % | 16,4 | 39 |
| 2022 | 53 % | 16,1 | 38 |
| 2021 | 71,2 % | 17,4 | 39 |
| 2020 | 68,6 % | 17,0 | 42 |
- Continuam no mesmo curso
- 73,8 %
- Mudam de curso na instituição
- 3,8 %
- Mudam de instituição
- 3,8 %
- Deixam o ensino superior
- 18,8 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 30,2 %
- Com mais um ano
- 60,5 %
- Com mais três anos
- 67,4 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 72,4 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 10,5 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 14,5 %
- Mudança de curso
- 0 %
- Maiores de 23
- 0 %
- Outros regimes
- 2,6 %
- Mulheres
- 66,7 %
- Homens
- 33,3 %
- Portugueses
- 92,1 %
- Estrangeiros
- 7,9 %
- <=18
- 11,4 %
- 19
- 23,7 %
- 20
- 19,3 %
- 21
- 16,7 %
- 22
- 6,1 %
- 23
- 11,4 %
- 24
- 1,8 %
- 25-27
- 6,1 %
- 28-30
- 2,6 %
- 31-39
- 0,9 %
- 12 valores
- 1,7 %
- 13 valores
- 10,3 %
- 14 valores
- 25,9 %
- 15 valores
- 25,9 %
- 16 valores
- 17,2 %
- 17 valores
- 12,1 %
- 18 valores
- 6,9 %

