Gestão do Património Cultural
- Nota de entrada
- 131,0
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 44
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 2,1
- 2025
- Desemprego
- 4,8 %
- 145 diplomados
A Licenciatura em Gestão do Património Cultural, ministrada pela Escola Superior de Educação (ESE) do Instituto Politécnico do Porto, é um curso público politécnico com a duração de 6 semestres e um total de 180 ECTS. Inserido na área de História e Arqueologia, este curso prepara os estudantes para compreender e gerir os diversos tipos de património cultural, promovendo a sua valorização e dinamização no contexto social e cultural contemporâneo.
Ao longo do curso, os alunos desenvolvem competências teóricas e práticas nas áreas da gestão cultural e do património, incluindo a organização e planeamento de atividades em instituições culturais e órgãos municipais dedicados à cultura. A formação inclui um estágio curricular de 230 horas, que permite a aplicação dos conhecimentos adquiridos em contextos profissionais reais, consolidando as capacidades para desempenhos intermédios e superiores na área.
Esta licenciatura oferece uma sólida base para quem pretende atuar na gestão e promoção do património cultural, contribuindo para a preservação e dinamização das artes e da cultura. O curso é lecionado na cidade do Porto, no distrito do Porto, e integra metodologias diversificadas que combinam teoria e prática.
Gestão do Património Cultural é uma licenciatura do ensino público da Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico do Porto, no Porto. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 131,0 pontos (escala 0–200), para 44 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 11,5 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 92 estudantes (2,1 candidatos por vaga); 45,5 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 4,8 % (145 diplomados considerados, dados InfoCursos). 29,6 % deixam o ensino superior no primeiro ano.
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 44 | — | — | 44 | 131,0 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 44 | 92 | 15 | 33 | 119,5 | 137,9 |
| 2025 · 2.ª fase | 17 | 34 | 3 | 16 | 103,0 | 130,9 |
| 2024 · 1.ª fase | 44 | 142 | 26 | 45 | 138,3 | 140,9 |
| 2024 · 2.ª fase | 9 | 66 | 15 | 10 | 143,0 | 147,8 |
| 2023 · 1.ª fase | 44 | 127 | 18 | 44 | 131,4 | 137,6 |
| 2023 · 2.ª fase | 6 | 62 | 10 | 7 | 146,0 | 149,8 |
| 2022 · 1.ª fase | — | — | — | — | 136,6 | — |
| 2022 · 2.ª fase | — | — | — | — | 144,6 | — |
- Provas de ingresso
- Hist. da Cultura e ArtesouPortuguêsouHist. da Cultura e Artes+PortuguêsouFilosofia+HistóriaouHistória+PortuguêsouHist. da Cultura e Artes+InglêsouFilosofia+PortuguêsouFilosofia+Hist. da Cultura e Artes
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
- Preferência regional
- 50% das vagas · área de influência: Aveiro, Braga, Bragança, Porto, Viana do Castelo, Vila Real
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 29,3 % | 13,6 | 39 |
| 2024 | 33,8 % | 14,2 | 43 |
| 2023 | 30,1 % | 13,9 | 43 |
| 2022 | 33,1 % | 14,0 | 25 |
- Continuam no mesmo curso
- 56,8 %
- Mudam de curso na instituição
- 6,2 %
- Mudam de instituição
- 7,4 %
- Deixam o ensino superior
- 29,6 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 30,6 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 16,3 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 36,7 %
- Mudança de curso
- 2 %
- Maiores de 23
- 5,1 %
- Outros regimes
- 9,2 %
- Mulheres
- 64,2 %
- Homens
- 35,8 %
- Portugueses
- 93,4 %
- Estrangeiros
- 6,6 %
- <=18
- 24,5 %
- 19
- 28,3 %
- 20
- 14,2 %
- 21
- 10,4 %
- 22
- 4,7 %
- 23
- 3,8 %
- 24
- 1,9 %
- 25-27
- 2,8 %
- 28-30
- 1,9 %
- 31-39
- 2,8 %
- >=40
- 4,7 %
- 12 valores
- 4,3 %
- 13 valores
- 39,1 %
- 14 valores
- 34,8 %
- 15 valores
- 19,6 %
- 17 valores
- 2,2 %

