Planeamento e Gestão do Território
- Nota de entrada
- 132,3
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 48
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 0,8
- 2025
- Desemprego
- 1,3 %
- 146 diplomados
Licenciatura em Planeamento e Gestão do Território no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa é um curso de 6 semestres que confere 180 ECTS e integra a área de Arquitetura e Urbanismo. Este curso público universitário prepara os estudantes para compreender e intervir nas complexas relações entre sociedade, ambiente e território, promovendo uma visão integrada e sustentável do desenvolvimento territorial.
Ao longo da formação, os alunos adquirem conhecimentos sólidos e competências práticas para o planeamento e gestão do território em múltiplas escalas geográficas e contextos diversos. O curso enfatiza a justiça social e o desenvolvimento sustentável, capacitando os futuros profissionais a responder às necessidades de inovação nas práticas de ordenamento do território, com uma forte componente geográfica.
Esta licenciatura proporciona uma base rigorosa para quem pretende atuar em áreas relacionadas com o ordenamento territorial, o planeamento urbano e ambiental, e a gestão integrada dos recursos territoriais, preparando-os para desafios contemporâneos na gestão do espaço e do ambiente.
Planeamento e Gestão do Território é uma licenciatura do ensino público da Instituto de Geografia e Ordenamento do Território - Universidade de Lisboa, em Lisboa. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 132,3 pontos (escala 0–200), para 48 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 5,8 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 39 estudantes (0,8 candidatos por vaga); 27,3 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 1,3 % (146 diplomados considerados, dados InfoCursos). 40,5 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 7,6 % deixam o ensino superior no primeiro ano.
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 48 | — | — | 48 | 132,3 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 48 | 39 | 3 | 11 | 126,5 | 136,8 |
| 2025 · 2.ª fase | 40 | 15 | 2 | 8 | 120,5 | 134,4 |
| 2024 · 1.ª fase | 48 | 264 | 39 | 48 | 132,5 | 144,1 |
| 2024 · 2.ª fase | 9 | 73 | 17 | 12 | 136,5 | 150,2 |
| 2023 · 1.ª fase | 48 | 300 | 49 | 49 | 139,0 | 148,7 |
| 2023 · 2.ª fase | 6 | 87 | 13 | 8 | 139,5 | 146,4 |
- Provas de ingresso
- GeografiaouMatemática+PortuguêsouGeografia+PortuguêsouGeometria Descritiva+PortuguêsouEconomia+PortuguêsouBiologia e Geologia+PortuguêsouEconomia+Matemática
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
- Pré-requisitos
- Seleção · Grupo D - Capacidade de visão
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 29,7 % | 13,5 | 15 |
| 2024 | 54,4 % | 14,6 | 47 |
| 2023 | 59,3 % | 14,9 | 44 |
| 2022 | 62,4 % | 15,0 | 50 |
| 2021 | 53,2 % | 15,2 | 48 |
| 2020 | 55,4 % | 14,5 | 51 |
- Continuam no mesmo curso
- 84,8 %
- Mudam de curso na instituição
- 2,9 %
- Mudam de instituição
- 4,8 %
- Deixam o ensino superior
- 7,6 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 40,5 %
- Com mais um ano
- 52,4 %
- Com mais três anos
- 54,8 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 59,6 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 9,6 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 20,2 %
- Mudança de curso
- 2,1 %
- Maiores de 23
- 4,3 %
- Outros regimes
- 4,3 %
- Mulheres
- 22,6 %
- Homens
- 77,4 %
- Portugueses
- 92,7 %
- Estrangeiros
- 7,3 %
- <=18
- 14,6 %
- 19
- 24,4 %
- 20
- 18,9 %
- 21
- 14,6 %
- 22
- 10,4 %
- 23
- 5,5 %
- 24
- 2,4 %
- 25-27
- 3,7 %
- 28-30
- 2,4 %
- 31-39
- 0,6 %
- >=40
- 2,4 %
- 11 valores
- 2,6 %
- 12 valores
- 21,1 %
- 13 valores
- 32,9 %
- 14 valores
- 27,6 %
- 15 valores
- 9,2 %
- 16 valores
- 2,6 %
- 17 valores
- 3,9 %

