Proteção Civil e Gestão do Território
- Nota de entrada
- 140,5
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 21
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 4
- 2025
- Desemprego
- 8,6 %
- 58 diplomados
Proteção Civil e Gestão do Território é uma licenciatura ministrada pela Universidade do Minho, na cidade de Braga, que se insere na área das Ciências da Terra. Com uma duração de seis semestres e um total de 180 ECTS, este curso público universitário prepara os estudantes para compreender e atuar em contextos relacionados com a prevenção, gestão e resposta a riscos naturais e tecnológicos, bem como na ordenação e planeamento do território.
Ao longo do curso, os alunos desenvolvem competências técnicas e científicas essenciais para a análise de perigos, vulnerabilidades e riscos, integrando conhecimentos multidisciplinares que envolvem a geografia, o ambiente, a engenharia e a gestão de emergências. Esta formação visa capacitar os futuros profissionais para colaborar em equipas multidisciplinares, contribuindo para a segurança e sustentabilidade dos espaços territoriais.
Com um número limitado de vagas anuais, este curso oferece uma sólida base académica e prática, adequada para quem pretende atuar em áreas relacionadas com a proteção civil, gestão de riscos e ordenamento do território, em contextos públicos ou privados. A sua estrutura curricular está alinhada com os padrões do ensino superior público em Portugal, garantindo uma formação reconhecida e atualizada.
Proteção Civil e Gestão do Território é uma licenciatura do ensino público da Universidade do Minho, em Braga. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 140,5 pontos (escala 0–200), para 21 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 13,2 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 85 estudantes (4 candidatos por vaga); 57,1 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 8,6 % (58 diplomados considerados, dados InfoCursos). 45 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 10 % deixam o ensino superior no primeiro ano.
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 21 | — | — | 21 | 140,5 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 21 | 85 | 18 | 21 | 127,3 | 135,9 |
| 2025 · 2.ª fase | 2 | 17 | 2 | 3 | 130,5 | 132,4 |
| 2024 · 1.ª fase | 21 | 86 | 17 | 21 | 128,2 | 140,3 |
| 2024 · 2.ª fase | 2 | 16 | 6 | 3 | 136,4 | 143,5 |
| 2023 · 1.ª fase | 20 | 57 | 9 | 21 | 126,0 | 134,4 |
| 2023 · 2.ª fase | 3 | 18 | 4 | 5 | 124,6 | 136,0 |
- Provas de ingresso
- GeografiaouPortuguêsouBiologia e Geologia+GeografiaouBiologia e Geologia+MatemáticaouMatemática+PortuguêsouBiologia e Geologia+EconomiaouGeografia+MatemáticaouGeografia+Português
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 100 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 40,7 % | 13,6 | 20 |
| 2024 | 30,8 % | 14,1 | 21 |
| 2023 | 20,5 % | 13,5 | 19 |
| 2022 | 33,4 % | 13,8 | 12 |
| 2021 | 34,5 % | 14,0 | 15 |
| 2020 | 34,3 % | 13,7 | 28 |
- Continuam no mesmo curso
- 75 %
- Mudam de curso na instituição
- 5 %
- Mudam de instituição
- 10 %
- Deixam o ensino superior
- 10 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 45 %
- Com mais um ano
- 45 %
- Com mais três anos
- 45 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 38 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 14 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 22 %
- Mudança de curso
- 0 %
- Maiores de 23
- 26 %
- Outros regimes
- 0 %
- Mulheres
- 35 %
- Homens
- 65 %
- Portugueses
- 96,7 %
- Estrangeiros
- 3,3 %
- <=18
- 28,3 %
- 19
- 6,7 %
- 20
- 18,3 %
- 21
- 5 %
- 22
- 5 %
- 23
- 3,3 %
- 24
- 1,7 %
- 25-27
- 10 %
- 28-30
- 3,3 %
- 31-39
- 5 %
- >=40
- 13,3 %
- 12 valores
- 4,9 %
- 13 valores
- 9,8 %
- 14 valores
- 48,8 %
- 15 valores
- 26,8 %
- 16 valores
- 9,8 %

