Relações Internacionais
- Nota de entrada
- 167,0
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 53
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 9
- 2025
- Desemprego
- 4 %
- 237 diplomados
A Licenciatura em Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) é um curso de 1º ciclo que prepara os estudantes para compreender e analisar as dinâmicas políticas, económicas e sociais que moldam as interações entre países e organizações internacionais. Este curso desenvolve competências nas áreas da diplomacia, cooperação internacional, análise de políticas públicas e gestão de conflitos, promovendo uma visão crítica e multidisciplinar das relações globais.
Ao longo do curso, os estudantes adquirem conhecimentos fundamentais em ciências sociais, direito internacional, economia e história contemporânea, que lhes permitem interpretar os desafios atuais do sistema internacional. A formação privilegia o desenvolvimento de capacidades analíticas, comunicativas e de negociação, essenciais para atuar em contextos internacionais diversos.
Integrado na cidade de Coimbra, este curso oferece uma sólida base académica reconhecida no âmbito do ensino superior português, enquadrada nas normas da Direção-Geral do Ensino Superior. A sua estrutura visa proporcionar uma preparação rigorosa e abrangente para quem pretende aprofundar a compreensão das relações internacionais, seja em contextos académicos, institucionais ou profissionais.
Relações Internacionais é uma licenciatura do ensino público da Faculdade de Economia - Universidade de Coimbra, em Coimbra. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 167,0 pontos (escala 0–200), para 53 vagas. Face ao ano anterior, a nota desceu 0,5 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 475 estudantes (9 candidatos por vaga); 88,7 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 4 % (237 diplomados considerados, dados InfoCursos). 73,3 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 7,5 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 11 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 53 | — | — | 53 | 167,0 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 53 | 475 | 118 | 53 | 167,5 | 174,0 |
| 2025 · 2.ª fase | 3 | 81 | 20 | 4 | 166,5 | 164,8 |
| 2024 · 1.ª fase | 53 | 534 | 126 | 53 | 175,0 | 175,3 |
| 2024 · 2.ª fase | 0 | 104 | 34 | 2 | 187,0 | 152,8 |
| 2023 · 1.ª fase | 53 | 534 | 121 | 53 | 170,5 | 175,0 |
| 2023 · 2.ª fase | 5 | 105 | 27 | 5 | 174,0 | 177,7 |
- Provas de ingresso
- HistóriaouPortuguêsouHistória+PortuguêsouMatemática A+PortuguêsouEconomia+PortuguêsouFilosofia+Português
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 95 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 75,8 % | 17,3 | 53 |
| 2024 | 79,3 % | 17,4 | 54 |
| 2023 | 82,9 % | 17,5 | 52 |
| 2022 | 82,4 % | 17,6 | 53 |
| 2021 | 84,1 % | 17,7 | 49 |
| 2020 | 89 % | 18,2 | 43 |
- Continuam no mesmo curso
- 89,1 %
- Mudam de curso na instituição
- 2,3 %
- Mudam de instituição
- 1,1 %
- Deixam o ensino superior
- 7,5 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 73,3 %
- Com mais um ano
- 78,3 %
- Com mais três anos
- 81,7 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 52,4 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 4,1 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 5,9 %
- Mudança de curso
- 0,6 %
- Maiores de 23
- 1,2 %
- Outros regimes
- 35,9 %
- Mulheres
- 66,3 %
- Homens
- 33,7 %
- Portugueses
- 48,9 %
- Estrangeiros
- 51,1 %
- <=18
- 13,1 %
- 19
- 20,6 %
- 20
- 27,1 %
- 21
- 16 %
- 22
- 10,6 %
- 23
- 5,1 %
- 24
- 2,3 %
- 25-27
- 2 %
- 28-30
- 1,1 %
- 31-39
- 0,9 %
- >=40
- 1,1 %
- 11 valores
- 1,3 %
- 12 valores
- 1,3 %
- 13 valores
- 6 %
- 14 valores
- 18,7 %
- 15 valores
- 27,3 %
- 16 valores
- 30,7 %
- 17 valores
- 10,7 %
- 18 valores
- 4 %

