Engenharia Aeroespacial
- Nota de entrada
- 186,0
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 135
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 3,6
- 2025
- Desemprego
- 0,3 %
- 395 diplomados
A Licenciatura em Engenharia Aeroespacial é ministrada pelo Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa (IST/ULisboa), com a duração de 6 semestres e um total de 180 ECTS.
O plano curricular combina conhecimentos tradicionais de engenharia mecânica com aspetos elétricos modernos, essenciais para o desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais. Os estudantes desenvolvem competências técnicas e científicas para o projeto, análise e ensaio de sistemas aeronáuticos e espaciais, contando ainda com uma colaboração estreita com a Força Aérea Portuguesa, que proporciona experiências práticas e acesso a disciplinas especializadas. O IST destaca-se pela exigência académica, apresentando a nota mínima de entrada mais elevada entre as engenharias nacionais.
Esta formação prepara os alunos para responder às exigências do mercado de trabalho na área aeroespacial, reconhecida pela sua interdisciplinaridade e elevada procura. A pertença do IST à associação europeia PEGASUS reforça o prestígio do curso e a sua ligação às melhores universidades do setor. A licenciatura confere uma base sólida para o desenvolvimento profissional e académico em contextos nacionais e internacionais.
Engenharia Aeroespacial é uma licenciatura do ensino público da Instituto Superior Técnico - Universidade de Lisboa, em Lisboa. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 186,0 pontos (escala 0–200), para 135 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 1,0 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 489 estudantes (3,6 candidatos por vaga); 94,8 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 0,3 % (395 diplomados considerados, dados InfoCursos). 2,6 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 7 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 135 | — | — | 135 | 186,0 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 135 | 489 | 231 | 135 | 185,0 | 188,2 |
| 2025 · 2.ª fase | 2 | 40 | 26 | 2 | 192,5 | 159,0 |
| 2024 · 1.ª fase | 135 | 599 | 266 | 136 | 187,3 | 190,8 |
| 2024 · 2.ª fase | 0 | 50 | 37 | 0 | — | — |
| 2023 · 1.ª fase | 135 | 512 | 241 | 135 | 186,8 | 190,7 |
| 2023 · 2.ª fase | 2 | 52 | 41 | 2 | 192,0 | 192,3 |
- Provas de ingresso
- Física e Química+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 120 · provas ≥ 100 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 87,8 % | 18,8 | 135 |
| 2024 | 90,2 % | 19,1 | 135 |
| 2023 | 90,8 % | 19,1 | 135 |
| 2022 | 90,3 % | 19,2 | 130 |
| 2021 | 89,8 % | 19,3 | 126 |
- Continuam no mesmo curso
- 94,1 %
- Mudam de curso na instituição
- 0,7 %
- Mudam de instituição
- 2,6 %
- Deixam o ensino superior
- 2,6 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 92,9 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 2,5 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 0 %
- Mudança de curso
- 0,4 %
- Maiores de 23
- 0 %
- Outros regimes
- 4,3 %
- Mulheres
- 24,8 %
- Homens
- 75,2 %
- Portugueses
- 95,3 %
- Estrangeiros
- 4,7 %
- <=18
- 29,2 %
- 19
- 26,5 %
- 20
- 26,3 %
- 21
- 6,4 %
- 22
- 4,7 %
- 23
- 1,1 %
- 24
- 2,1 %
- 25-27
- 1,5 %
- 28-30
- 0,6 %
- 31-39
- 1,1 %
- >=40
- 0,6 %
- 12 valores
- 3,1 %
- 13 valores
- 9 %
- 14 valores
- 16,4 %
- 15 valores
- 27,7 %
- 16 valores
- 21,9 %
- 17 valores
- 14,1 %
- 18 valores
- 7,8 %

