Engenharia de Minas e Recursos Energéticos
- Nota de entrada
- 142,3
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 20
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 6,4
- 2025
- Desemprego
- 2 %
- 48 diplomados
Engenharia de Minas e Recursos Energéticos no Instituto Superior Técnico (IST) da Universidade de Lisboa é uma licenciatura de 6 semestres que integra a área das Indústrias Extrativas. Este curso público universitário confere um total de 180 ECTS e oferece uma formação sólida e multidisciplinar, focada no estudo e gestão dos recursos minerais e energéticos. Os estudantes desenvolvem competências técnicas e científicas essenciais para compreender os processos de exploração, extração e valorização dos recursos naturais.
Ao longo do curso, os alunos adquirem uma visão integrada da investigação e desenvolvimento na área, complementada por palestras e atividades que abordam as diversas áreas científicas do Departamento de Engenharia de Minas e Georrecursos. A formação inclui ainda o desenvolvimento de capacidades de comunicação e trabalho em equipa, através da elaboração de relatórios e projetos, valorizando as soft skills necessárias para a prática profissional.
Esta licenciatura prepara os estudantes para uma atuação informada e responsável no setor das indústrias extrativas, promovendo uma compreensão aprofundada dos desafios técnicos e ambientais associados à exploração dos recursos minerais e energéticos. O curso é ministrado em Lisboa, no distrito de Lisboa.
Engenharia de Minas e Recursos Energéticos é uma licenciatura do ensino público da Instituto Superior Técnico - Universidade de Lisboa, em Lisboa. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 142,3 pontos (escala 0–200), para 20 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 12,8 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 128 estudantes (6,4 candidatos por vaga); 60 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 2 % (48 diplomados considerados, dados InfoCursos). 3,8 % deixam o ensino superior no primeiro ano.
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 20 | — | — | 20 | 142,3 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 20 | 128 | 12 | 20 | 129,5 | 144,6 |
| 2025 · 2.ª fase | 2 | 22 | 1 | 2 | 148,3 | 152,3 |
| 2024 · 1.ª fase | 20 | 98 | 6 | 17 | 130,3 | 145,5 |
| 2024 · 2.ª fase | 5 | 22 | 6 | 7 | 137,8 | 143,5 |
| 2023 · 1.ª fase | 20 | 71 | 4 | 4 | 136,0 | 144,2 |
| 2023 · 2.ª fase | 16 | 3 | 0 | 0 | — | — |
- Provas de ingresso
- Biologia e Geologia+Matemática AouFísica e Química+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 120 · provas ≥ 100 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 35,4 % | 14,4 | 20 |
| 2024 | 31,5 % | 14,6 | 20 |
| 2023 | 30 % | 14,4 | 4 |
| 2022 | 24,3 % | 13,7 | 16 |
| 2021 | 37,1 % | 15,0 | 22 |
- Continuam no mesmo curso
- 84,6 %
- Mudam de curso na instituição
- 11,5 %
- Mudam de instituição
- 0 %
- Deixam o ensino superior
- 3,8 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 43,8 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 9,4 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 21,9 %
- Mudança de curso
- 3,1 %
- Maiores de 23
- 0 %
- Outros regimes
- 21,9 %
- Mulheres
- 22,8 %
- Homens
- 77,2 %
- Portugueses
- 75,9 %
- Estrangeiros
- 24,1 %
- <=18
- 22,8 %
- 19
- 11,4 %
- 20
- 15,2 %
- 21
- 13,9 %
- 22
- 11,4 %
- 23
- 7,6 %
- 24
- 8,9 %
- 25-27
- 7,6 %
- 28-30
- 1,3 %
- 12 valores
- 25 %
- 13 valores
- 37,5 %
- 14 valores
- 25 %
- 15 valores
- 4,2 %
- 16 valores
- 4,2 %
- 17 valores
- 4,2 %

