Engenharia de Telecomunicações e Informática
- Nota de entrada
- 134,8
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 60
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 6,4
- 2025
- Desemprego
- 1 %
- 196 diplomados
A Licenciatura em Engenharia de Telecomunicações e Informática do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa é um curso de 1º ciclo, com a duração de 6 semestres e um total de 180 ECTS, ministrado na cidade de Lisboa. Este curso público universitário insere-se na área de Eletrónica e Automação e foi pioneiro em Portugal ao formar engenheiros capazes de atuar na fronteira entre as telecomunicações e a informática, respondendo aos desafios tecnológicos da sociedade da informação do século XXI.
A formação combina uma sólida base teórica com uma forte componente prática, desenvolvendo competências para a implementação, manutenção e resolução de problemas em sistemas, redes e serviços tecnológicos.
Este curso prepara os seus licenciados para uma ampla diversidade de oportunidades profissionais, garantindo elevada empregabilidade, e para prosseguirem estudos em cursos de 2º ciclo, como o Mestrado em Engenharia de Telecomunicações e Informática, reconhecido pela qualidade EUR-ACE. A formação conferida assegura uma preparação académica e profissional sólida, adequada aos desafios atuais e futuros da engenharia nesta área.
Engenharia de Telecomunicações e Informática é uma licenciatura do ensino público da ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, em Lisboa. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 134,8 pontos (escala 0–200), para 60 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 3,3 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 381 estudantes (6,4 candidatos por vaga); 48,3 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 1 % (196 diplomados considerados, dados InfoCursos). 31 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 3 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 4 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 60 | — | — | 60 | 134,8 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 60 | 381 | 46 | 60 | 131,5 | 141,1 |
| 2025 · 2.ª fase | 2 | 94 | 19 | 7 | 144,0 | 148,4 |
| 2024 · 1.ª fase | 60 | 240 | 25 | 60 | 127,5 | 140,3 |
| 2024 · 2.ª fase | 2 | 40 | 6 | 5 | 139,5 | 143,2 |
| 2023 · 1.ª fase | 60 | 238 | 31 | 60 | 131,8 | 142,0 |
| 2023 · 2.ª fase | 1 | 31 | 10 | 4 | 139,5 | 147,7 |
- Provas de ingresso
- Matemática AouDesenho+Matemática AouEconomia+Matemática AouFísica e Química+Matemática AouGeometria Descritiva+Matemática AouMatemática A+PortuguêsouBiologia e Geologia+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 32,7 % | 14,2 | 60 |
| 2024 | 23,1 % | 14,1 | 60 |
| 2023 | 26,9 % | 14,2 | 60 |
| 2022 | 24,9 % | 14,2 | 58 |
| 2021 | 25,9 % | 14,5 | 60 |
| 2020 | 30,3 % | 14,5 | 60 |
- Continuam no mesmo curso
- 80,5 %
- Mudam de curso na instituição
- 6 %
- Mudam de instituição
- 10,5 %
- Deixam o ensino superior
- 3 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 31 %
- Com mais um ano
- 42,3 %
- Com mais três anos
- 54,9 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 30,4 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 28,1 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 29,6 %
- Mudança de curso
- 0,7 %
- Maiores de 23
- 1,5 %
- Outros regimes
- 9,6 %
- Mulheres
- 12 %
- Homens
- 88 %
- Portugueses
- 96,7 %
- Estrangeiros
- 3,3 %
- <=18
- 19,1 %
- 19
- 26,6 %
- 20
- 14,1 %
- 21
- 13,7 %
- 22
- 3,7 %
- 23
- 4,6 %
- 24
- 2,9 %
- 25-27
- 5 %
- 28-30
- 2,1 %
- 31-39
- 7,5 %
- >=40
- 0,8 %
- 12 valores
- 21,2 %
- 13 valores
- 37,5 %
- 14 valores
- 22,1 %
- 15 valores
- 11,5 %
- 16 valores
- 2,9 %
- 17 valores
- 4,8 %

