Engenharia de Telecomunicações e Informática
- Nota de entrada
- 111,8
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 36
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 4,8
- 2025
- Desemprego
- 1,6 %
- 59 diplomados
Engenharia de Telecomunicações e Informática na Universidade do Minho (UMinho) é uma licenciatura de 3 anos que integra as áreas de Eletrónica e Automação, conferindo uma formação sólida e abrangente no domínio das tecnologias de comunicação e sistemas informáticos. Este curso público universitário prepara os estudantes para compreender e atuar em diferentes vertentes tecnológicas, desde a codificação e transmissão da informação até às redes de comunicação por computador e sistemas móveis.
Ao longo do curso, os alunos desenvolvem competências técnicas em gestão e operação de redes e sistemas de comunicação, bem como na criação e implementação de novos serviços e aplicações suportados por sistemas integrados de telecomunicações. A formação combina conhecimentos teóricos e práticos, promovendo uma visão integrada das áreas da eletrónica e informática, essenciais para responder aos desafios atuais e futuros das telecomunicações.
Com um total de 180 ECTS, esta licenciatura oferece uma base sólida para prosseguir estudos avançados ou integrar o mercado tecnológico, destacando-se pela sua abrangência e pela ligação entre duas áreas fundamentais da engenharia. O curso é ministrado em Braga, no distrito de Braga, e enquadra-se no ensino superior público universitário em Portugal.
Engenharia de Telecomunicações e Informática é uma licenciatura do ensino público da Universidade do Minho, em Braga. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 111,8 pontos (escala 0–200), para 36 vagas. Face ao ano anterior, a nota desceu 9,7 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 171 estudantes (4,8 candidatos por vaga); 57,1 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 1,6 % (59 diplomados considerados, dados InfoCursos). 3,2 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 4 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 36 | — | — | 30 | 111,8 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 36 | 171 | 8 | 14 | 121,5 | 134,0 |
| 2025 · 2.ª fase | 22 | 56 | 3 | 24 | 118,5 | 129,1 |
| 2024 · 1.ª fase | 36 | 166 | 10 | 36 | 123,0 | 137,4 |
| 2024 · 2.ª fase | 1 | 21 | 3 | 4 | 135,2 | 136,9 |
| 2023 · 1.ª fase | 36 | 153 | 8 | 21 | 116,4 | 137,6 |
| 2023 · 2.ª fase | 17 | 41 | 3 | 13 | 124,8 | 131,3 |
| 2022 · 1.ª fase | — | — | — | — | 118,2 | — |
| 2022 · 2.ª fase | — | — | — | — | 115,4 | — |
| 2021 · 1.ª fase | — | — | — | — | 119,6 | — |
| 2021 · 2.ª fase | — | — | — | — | 123,2 | — |
- Provas de ingresso
- Física e Química+MatemáticaouBiologia e Geologia+MatemáticaouGeometria Descritiva+Matemática
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 17 % | 13,1 | 36 |
| 2024 | 14,8 % | 13,8 | 36 |
| 2023 | 13,7 % | 13,4 | 33 |
| 2022 | 9,7 % | 13,3 | 23 |
| 2021 | 14,5 % | 13,7 | 34 |
- Continuam no mesmo curso
- 75,8 %
- Mudam de curso na instituição
- 12,9 %
- Mudam de instituição
- 8,1 %
- Deixam o ensino superior
- 3,2 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 27,8 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 19,4 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 45,8 %
- Mudança de curso
- 1,4 %
- Maiores de 23
- 1,4 %
- Outros regimes
- 4,2 %
- Mulheres
- 13,8 %
- Homens
- 86,2 %
- Portugueses
- 93,5 %
- Estrangeiros
- 6,5 %
- <=18
- 21,7 %
- 19
- 14,5 %
- 20
- 13,8 %
- 21
- 16,7 %
- 22
- 10,9 %
- 23
- 9,4 %
- 24
- 4,3 %
- 25-27
- 5,1 %
- 28-30
- 0,7 %
- 31-39
- 2,2 %
- >=40
- 0,7 %
- 12 valores
- 28 %
- 13 valores
- 60 %
- 14 valores
- 4 %
- 15 valores
- 4 %
- 16 valores
- 4 %

