Engenharia Eletrotécnica e de Computadores
- Nota de entrada
- 152,0
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 220
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 4,2
- 2025
- Desemprego
- 0,2 %
- 666 diplomados
A Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores é ministrada pelo Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, integrando o 1º ciclo do ensino superior com a duração de 6 semestres e um total de 180 ECTS. O curso é oferecido em regime de ensino superior público universitário na cidade de Lisboa. O programa foi recentemente reformulado para cumprir o Decreto-Lei 65/2018, adotando um modelo de ensino inovador e flexível.
Esta formação abrange a área de Eletrónica e Automação, proporcionando conhecimentos sólidos em ciências da engenharia, nomeadamente em sistemas eletrónicos, controlo, redes, algoritmos, dados e sistemas digitais. A estrutura curricular combina uma base técnica rigorosa com uma componente humanista que promove a compreensão crítica do mundo e a aplicação contextualizada dos saberes científicos e tecnológicos. No último ano, os estudantes podem optar por disciplinas específicas que aprofundam áreas de interesse, preparando-se para uma especialização futura no mestrado.
O curso prepara os alunos para enfrentar desafios académicos e profissionais na engenharia eletrotécnica e de computadores, conferindo competências técnicas e analíticas essenciais.
Engenharia Eletrotécnica e de Computadores é uma licenciatura do ensino público da Instituto Superior Técnico - Universidade de Lisboa, em Lisboa. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 152,0 pontos (escala 0–200), para 220 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 12,0 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 917 estudantes (4,2 candidatos por vaga); 57,7 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 0,2 % (666 diplomados considerados, dados InfoCursos). 1,3 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 17 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 220 | — | — | 220 | 152,0 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 220 | 917 | 163 | 220 | 140,0 | 159,0 |
| 2025 · 2.ª fase | 7 | 88 | 38 | 12 | 154,8 | 157,7 |
| 2024 · 1.ª fase | 220 | 888 | 138 | 220 | 140,0 | 160,8 |
| 2024 · 2.ª fase | 5 | 64 | 21 | 11 | 150,5 | 166,1 |
| 2023 · 1.ª fase | 220 | 816 | 141 | 220 | 131,8 | 155,8 |
| 2023 · 2.ª fase | 4 | 71 | 26 | 7 | 150,8 | 157,8 |
- Provas de ingresso
- Física e Química+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 120 · provas ≥ 100 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 50,1 % | 15,9 | 219 |
| 2024 | 49,7 % | 16,1 | 220 |
| 2023 | 43,4 % | 15,6 | 220 |
| 2022 | 49,4 % | 16,1 | 216 |
| 2021 | 64,4 % | 17,5 | 219 |
- Continuam no mesmo curso
- 89,3 %
- Mudam de curso na instituição
- 4,7 %
- Mudam de instituição
- 4,7 %
- Deixam o ensino superior
- 1,3 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 50,6 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 24,8 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 21,7 %
- Mudança de curso
- 0,7 %
- Maiores de 23
- 0,4 %
- Outros regimes
- 1,8 %
- Mulheres
- 12,5 %
- Homens
- 87,5 %
- Portugueses
- 95,5 %
- Estrangeiros
- 4,5 %
- <=18
- 22,9 %
- 19
- 21,7 %
- 20
- 21,1 %
- 21
- 12 %
- 22
- 8 %
- 23
- 4 %
- 24
- 3,1 %
- 25-27
- 3,2 %
- 28-30
- 1,1 %
- 31-39
- 1,9 %
- >=40
- 1,2 %
- 11 valores
- 1 %
- 12 valores
- 13,4 %
- 13 valores
- 28,9 %
- 14 valores
- 24,8 %
- 15 valores
- 17 %
- 16 valores
- 8,9 %
- 17 valores
- 3 %
- 18 valores
- 3 %

