Química Industrial
- Nota de entrada
- 108,0
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 20
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 3,3
- 2025
- Desemprego
- 0,9 %
- 54 diplomados
A Licenciatura em Química Industrial da Universidade da Beira Interior (UBI), localizada na cidade da Covilhã, distrito de Castelo Branco, é um curso de 1º ciclo que visa formar profissionais com conhecimentos sólidos em química aplicada aos processos industriais. Este curso desenvolve competências técnicas e científicas essenciais para a compreensão e otimização de processos químicos, com enfoque na produção, controlo e inovação em ambientes industriais.
Ao longo da formação, os estudantes adquirem capacidades para atuar em áreas como a síntese de materiais, análise química, gestão de processos e desenvolvimento de produtos, preparando-os para responder aos desafios tecnológicos e ambientais do setor industrial. A licenciatura proporciona uma base teórica e prática que permite a integração em contextos profissionais diversificados, valorizando o rigor científico e a aplicação prática dos conhecimentos.
Este curso está estruturado segundo as normas do ensino superior português, conferindo um grau académico reconhecido e adequado para prosseguir estudos em ciclos superiores ou ingressar no mercado de trabalho em áreas relacionadas com a química industrial. A sua oferta formativa contribui para o desenvolvimento regional e nacional, promovendo a inovação e a sustentabilidade na indústria química.
Química Industrial é uma licenciatura do ensino público da Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 108,0 pontos (escala 0–200), para 20 vagas. Face ao ano anterior, a nota desceu 20,5 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 66 estudantes (3,3 candidatos por vaga); 58,3 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 0,9 % (54 diplomados considerados, dados InfoCursos). 40 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 5 % deixam o ensino superior no primeiro ano.
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 20 | — | — | 7 | 108,0 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 20 | 66 | 7 | 12 | 128,5 | 139,1 |
| 2025 · 2.ª fase | 9 | 25 | 3 | 6 | 115,0 | 125,1 |
| 2024 · 1.ª fase | 20 | 62 | 5 | 12 | 112,9 | 127,6 |
| 2024 · 2.ª fase | 9 | 21 | 3 | 5 | 118,2 | 126,2 |
| 2023 · 1.ª fase | 26 | 77 | 10 | 14 | 118,8 | 133,4 |
| 2023 · 2.ª fase | 13 | 16 | 2 | 3 | 129,6 | 136,9 |
- Provas de ingresso
- Biologia e GeologiaouFísica e QuímicaouBiologia e Geologia+PortuguêsouFísica e Química+MatemáticaouFísica e Química+PortuguêsouMatemática+PortuguêsouBiologia e Geologia+Física e QuímicaouBiologia e Geologia+Matemática
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 20,4 % | 12,9 | 8 |
| 2024 | 13,7 % | 12,6 | 13 |
| 2023 | 13,1 % | 13,4 | 11 |
| 2022 | 15,7 % | 13,1 | 26 |
| 2021 | 11,9 % | 13,6 | 20 |
| 2020 | 11,3 % | 12,2 | 11 |
- Continuam no mesmo curso
- 72,5 %
- Mudam de curso na instituição
- 12,5 %
- Mudam de instituição
- 10 %
- Deixam o ensino superior
- 5 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 40 %
- Com mais um ano
- 65 %
- Com mais três anos
- 70 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 52 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 16 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 20 %
- Mudança de curso
- 0 %
- Maiores de 23
- 0 %
- Outros regimes
- 12 %
- Mulheres
- 48,4 %
- Homens
- 51,6 %
- Portugueses
- 81,3 %
- Estrangeiros
- 18,8 %
- <=18
- 9,4 %
- 19
- 10,9 %
- 20
- 26,6 %
- 21
- 23,4 %
- 22
- 12,5 %
- 23
- 4,7 %
- 24
- 6,3 %
- 25-27
- 6,3 %
- 11 valores
- 20 %
- 12 valores
- 33,3 %
- 13 valores
- 33,3 %
- 16 valores
- 6,7 %
- 17 valores
- 6,7 %

