Relações Internacionais (regime pós-laboral)
- Nota de entrada
- 147,8
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 50
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 4,1
- 2025
- Desemprego
- 2,1 %
- 466 diplomados
Relações Internacionais (regime pós-laboral) é uma licenciatura de 1º ciclo ministrada pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa, com uma duração de 6 semestres e um total de 180 ECTS. Este curso integra a área de Ciência Política e Cidadania e destina-se a estudantes que pretendem aprofundar conhecimentos sobre as dinâmicas globais, políticas internacionais, diplomacia e cooperação entre Estados e organizações internacionais.
O programa desenvolve competências analíticas e críticas essenciais para compreender os desafios contemporâneos das relações internacionais, incluindo temas como segurança, direitos humanos, economia global e governança internacional. A estrutura pós-laboral permite conciliar os estudos com a atividade profissional, oferecendo uma formação sólida e atualizada que prepara os alunos para atuar em contextos nacionais e internacionais.
Este curso público universitário em Lisboa proporciona uma formação académica rigorosa, orientada para a compreensão dos fenómenos políticos e sociais globais, promovendo uma visão integrada e multidisciplinar da realidade internacional.
Relações Internacionais (regime pós-laboral) é uma licenciatura do ensino público da Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas - Universidade de Lisboa, em Lisboa. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 147,8 pontos (escala 0–200), para 50 vagas. Face ao ano anterior, a nota desceu 2,5 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 211 estudantes (4,1 candidatos por vaga); 23,1 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 2,1 % (466 diplomados considerados, dados InfoCursos). 38,2 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 14,2 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 11 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 50 | — | — | 50 | 147,8 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 52 | 211 | 32 | 52 | 150,3 | 154,4 |
| 2025 · 2.ª fase | 11 | 58 | 12 | 17 | 150,5 | 154,2 |
| 2024 · 1.ª fase | 52 | 253 | 56 | 54 | 155,0 | 158,8 |
| 2024 · 2.ª fase | 9 | 91 | 27 | 11 | 156,5 | 159,5 |
| 2023 · 1.ª fase | 52 | 320 | 69 | 55 | 155,0 | 159,6 |
| 2023 · 2.ª fase | 10 | 103 | 27 | 16 | 155,5 | 163,0 |
- Provas de ingresso
- PortuguêsouHistóriaouGeografia+PortuguêsouHistória+PortuguêsouEconomia+PortuguêsouFilosofia+Português
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 100 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 55,9 % | 15,4 | 48 |
| 2024 | 62,9 % | 15,9 | 52 |
| 2023 | 73,7 % | 16,0 | 53 |
| 2022 | 66,7 % | 15,6 | 47 |
| 2021 | 73,2 % | 16,3 | 50 |
| 2020 | 66,9 % | 16,1 | 49 |
- Continuam no mesmo curso
- 79,7 %
- Mudam de curso na instituição
- 4,1 %
- Mudam de instituição
- 2 %
- Deixam o ensino superior
- 14,2 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 38,2 %
- Com mais um ano
- 48,5 %
- Com mais três anos
- 58,8 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 34 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 12,2 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 17 %
- Mudança de curso
- 5,4 %
- Maiores de 23
- 17 %
- Outros regimes
- 14,3 %
- Mulheres
- 52 %
- Homens
- 48 %
- Portugueses
- 78,1 %
- Estrangeiros
- 21,9 %
- <=18
- 8,2 %
- 19
- 11,7 %
- 20
- 18 %
- 21
- 10,2 %
- 22
- 8,6 %
- 23
- 4,7 %
- 24
- 3,9 %
- 25-27
- 11,3 %
- 28-30
- 5,1 %
- 31-39
- 10,2 %
- >=40
- 8,2 %
- 12 valores
- 14,6 %
- 13 valores
- 42,7 %
- 14 valores
- 24,7 %
- 15 valores
- 11,2 %
- 16 valores
- 6,7 %

