Engenharia Aeronáutica
- Nota de entrada
- 143,3
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 61
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 2,7
- 2025
- Desemprego
- 1,4 %
- 139 diplomados
A Licenciatura em Engenharia Aeronáutica da Universidade da Beira Interior (UBI), situada na cidade da Covilhã, distrito de Castelo Branco, é um curso de 1º ciclo que visa formar profissionais com conhecimentos sólidos nas áreas da engenharia aplicadas ao setor aeronáutico. Este curso desenvolve competências técnicas e científicas essenciais para a conceção, análise, fabrico e manutenção de sistemas aeronáuticos, integrando princípios de aerodinâmica, estruturas, materiais e sistemas de propulsão.
Ao longo da formação, os estudantes adquirem uma base multidisciplinar que combina teoria e prática, preparando-os para enfrentar desafios tecnológicos e inovadores no domínio da aviação e do espaço. A licenciatura proporciona ainda uma compreensão aprofundada dos processos de engenharia, promovendo o desenvolvimento de capacidades analíticas, de resolução de problemas e de trabalho em equipa, fundamentais para o exercício profissional nesta área.
Este curso está enquadrado no sistema nacional de ensino superior e reconhecido pela Direção-Geral do Ensino Superior, garantindo a qualidade e a validade académica do diploma. A sua localização na UBI permite aos alunos usufruir de um ambiente académico dinâmico e de infraestruturas adequadas para o desenvolvimento das atividades curriculares.
Engenharia Aeronáutica é uma licenciatura do ensino público da Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 143,3 pontos (escala 0–200), para 61 vagas. Face ao ano anterior, a nota desceu 3,0 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 161 estudantes (2,7 candidatos por vaga); 86,7 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 1,4 % (139 diplomados considerados, dados InfoCursos). 3,5 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 2 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 61 | — | — | 61 | 143,3 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 60 | 161 | 64 | 60 | 146,3 | 161,3 |
| 2025 · 2.ª fase | 1 | 20 | 12 | 1 | 161,8 | 161,8 |
| 2024 · 1.ª fase | 60 | 153 | 45 | 60 | 145,8 | 165,9 |
| 2024 · 2.ª fase | 2 | 6 | 5 | 4 | 145,8 | 152,7 |
| 2023 · 1.ª fase | 60 | 167 | 52 | 60 | 152,7 | 167,9 |
| 2023 · 2.ª fase | 1 | 6 | 2 | 1 | 184,0 | 184,0 |
- Provas de ingresso
- Física e Química+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 100 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 52,3 % | 16,1 | 60 |
| 2024 | 45,6 % | 16,5 | 60 |
| 2023 | 52,7 % | 16,8 | 60 |
| 2022 | 53,2 % | 17,1 | 60 |
| 2021 | 55,2 % | 17,4 | 50 |
- Continuam no mesmo curso
- 90,1 %
- Mudam de curso na instituição
- 0,7 %
- Mudam de instituição
- 5,7 %
- Deixam o ensino superior
- 3,5 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 59,3 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 11,9 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 14,1 %
- Mudança de curso
- 3 %
- Maiores de 23
- 0,7 %
- Outros regimes
- 11,1 %
- Mulheres
- 24,4 %
- Homens
- 75,6 %
- Portugueses
- 84 %
- Estrangeiros
- 16 %
- <=18
- 23,9 %
- 19
- 29,6 %
- 20
- 27,7 %
- 21
- 8,5 %
- 22
- 2,8 %
- 23
- 1,9 %
- 24
- 2,3 %
- 25-27
- 0,9 %
- 28-30
- 0,9 %
- 31-39
- 0,5 %
- >=40
- 0,9 %
- 12 valores
- 16,7 %
- 13 valores
- 25 %
- 14 valores
- 30,6 %
- 15 valores
- 16,7 %
- 16 valores
- 5,6 %
- 17 valores
- 5,6 %

