Engenharia Naval e Oceânica
- Nota de entrada
- 167,5
- 1.ª fase 2026
- Vagas
- 30
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 7,4
- 2025
- Desemprego
- 0 %
- 63 diplomados
Engenharia Naval e Oceânica no Instituto Superior Técnico (IST) da Universidade de Lisboa é uma licenciatura de 6 semestres (3 anos), com um total de 180 ECTS, que prepara os estudantes para a conceção, construção e gestão de sistemas destinados à exploração do mar. O curso aborda diversas vertentes, incluindo o transporte marítimo, a exploração de recursos vivos e minerais, bem como atividades de desporto e recreio ligadas ao ambiente oceânico.
Esta formação integra conhecimentos técnicos e científicos essenciais para o desenvolvimento de projetos na área naval e oceânica, promovendo o trabalho em equipa e a resolução de desafios reais do setor. Os estudantes adquirem competências para atuar no projeto, construção, manutenção e gestão de navios, embarcações e estruturas flutuantes, combinando teoria e prática numa perspetiva multidisciplinar.
O curso é ministrado em regime de ensino superior público universitário e está inserido na área de Construção e Reparação de Veículos a Motor. Localizado em Lisboa, o programa proporciona uma base sólida para quem pretende seguir carreira na engenharia naval e oceânica, valorizando o contacto com a realidade profissional e a inovação tecnológica.
Engenharia Naval e Oceânica é uma licenciatura do ensino público da Instituto Superior Técnico - Universidade de Lisboa, em Lisboa. Na 1.ª fase de 2026, a nota do último colocado foi 167,5 pontos (escala 0–200), para 30 vagas. Face ao ano anterior, a nota subiu 3,7 pontos. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 221 estudantes (7,4 candidatos por vaga); 53,3 % dos colocados tinham o curso em 1.ª opção. A taxa de desemprego dos diplomados é de 0 % (63 diplomados considerados, dados InfoCursos). 19,4 % dos estudantes concluem no tempo previsto e 3,1 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 2 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 30 | — | — | 30 | 167,5 | — |
| 2025 · 1.ª fase | 30 | 221 | 39 | 30 | 163,8 | 169,5 |
| 2025 · 2.ª fase | 3 | 37 | 13 | 5 | 166,0 | 168,7 |
| 2024 · 1.ª fase | 30 | 290 | 38 | 30 | 172,3 | 177,0 |
| 2024 · 2.ª fase | 0 | 41 | 17 | 2 | 178,0 | 178,8 |
| 2023 · 1.ª fase | 30 | 238 | 22 | 30 | 158,3 | 164,6 |
| 2023 · 2.ª fase | 0 | 21 | 7 | 0 | — | — |
- Provas de ingresso
- Física e Química+Matemática A
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 120 · provas ≥ 100 (escala 0–200)
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
| Ingresso | Percentil | Nota média (0–20) | Via CNA |
|---|---|---|---|
| 2025 | 66 % | 17,0 | 30 |
| 2024 | 69,1 % | 17,7 | 30 |
| 2023 | 54,5 % | 16,5 | 30 |
| 2022 | 53,7 % | 16,6 | 30 |
| 2021 | 60,9 % | 17,2 | 33 |
| 2020 | 67 % | 17,4 | 35 |
- Continuam no mesmo curso
- 76,6 %
- Mudam de curso na instituição
- 12,5 %
- Mudam de instituição
- 7,8 %
- Deixam o ensino superior
- 3,1 %
- No tempo previsto (3 anos)
- 19,4 %
- Com mais um ano
- 30,6 %
- Com mais três anos
- 44,4 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 27,4 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 53,2 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 12,9 %
- Mudança de curso
- 0 %
- Maiores de 23
- 0 %
- Outros regimes
- 6,5 %
- Mulheres
- 20,7 %
- Homens
- 79,3 %
- Portugueses
- 88,4 %
- Estrangeiros
- 11,6 %
- <=18
- 21,5 %
- 19
- 22,3 %
- 20
- 17,4 %
- 21
- 14,9 %
- 22
- 6,6 %
- 23
- 6,6 %
- 24
- 6,6 %
- 25-27
- 0,8 %
- 28-30
- 0,8 %
- 31-39
- 1,7 %
- >=40
- 0,8 %
- 11 valores
- 2,9 %
- 12 valores
- 17,1 %
- 13 valores
- 31,4 %
- 14 valores
- 28,6 %
- 15 valores
- 8,6 %
- 16 valores
- 11,4 %

