- Vagas
- 25
- 2026-2027
- Candidatos/vaga
- 0
- 2025
- Média final
- 14,4
- 0–20
Engenharia Alimentar na Escola Superior Agrária de Viseu (ESAV), integrada no Instituto Politécnico de Viseu, é uma licenciatura de 1.º ciclo com a duração de 6 semestres e um total de 180 ECTS. Este curso insere-se na área das Indústrias Alimentares e é ministrado em regime de ensino superior público politécnico.
O curso prepara os estudantes para compreender e atuar nos processos tecnológicos e científicos relacionados com a produção, transformação e controlo de qualidade dos alimentos. Desenvolve competências técnicas e científicas essenciais para a inovação e otimização dos sistemas alimentares, promovendo uma formação sólida que combina conhecimentos teóricos e práticos. A estrutura curricular visa dotar os futuros profissionais de capacidades para responder aos desafios da indústria alimentar, com enfoque na segurança, sustentabilidade e eficiência dos processos.
Ao concluir esta licenciatura, os diplomados estarão habilitados a prosseguir estudos em ciclos superiores ou a integrar-se em contextos profissionais ligados à engenharia e tecnologia alimentar, contribuindo para o desenvolvimento do setor agroalimentar na região de Viseu e além.
Engenharia Alimentar é uma licenciatura do ensino público da Escola Superior Agrária de Viseu - Instituto Politécnico de Viseu, em Viseu. Na 1.ª fase de 2025 candidataram-se 1 estudantes (0 candidatos por vaga). 37 % deixam o ensino superior no primeiro ano. Comparar as 3 instituições →
Como entrar
| Ano · fase | Vagas | Candidatos | 1.ª opção | Colocados | Último colocado | Média |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 · 1.ª fase | 25 | — | — | 0 | — | — |
| 2025 · 1.ª fase | 25 | 1 | 0 | 0 | — | — |
| 2024 · 1.ª fase | 25 | 2 | 1 | 1 | — | 143,7 |
| 2023 · 1.ª fase | 25 | 2 | 0 | 0 | — | — |
- Provas de ingresso
- Física e Química+MatemáticaouBiologia e Geologia+Matemática
- Fórmula de cálculo
- Média do secundário 50% · provas de ingresso 50%
- Classificações mínimas
- nota de candidatura ≥ 95 · provas ≥ 95 (escala 0–200)
- Preferência regional
- 50% das vagas · área de influência: Aveiro, Coimbra, Guarda, Porto, Vila Real, Viseu
- Acessos preferenciais
- 30% das vagas · cursos de origem: 602 Cursos Técnico-Profissionais (Todos os Cursos); 604 Cursos da Via Profissionalizante do 12º Ano (Todos); 606 Cursos da Via Profissionalizante dos 10º/12º Anos (Todos); 726 Técnico da Qualidade; 743 Técnico de Fabrico de Produtos Lácteos; 754 Técnico de Instrumentação; 755 Técnico de Laboratório; 769 Técnico de Transformação de Produtos Alimentares; A52 Análises Químico-Biológicas (Port. 960/2009); G36 Produção Controlo Industrial (Portaria n.º 262/2013); G37 Tecnologia e Segurança Alimentar (Portaria n.º 262/2013); G72 Colégio Internato dos Carvalhos - Cursos do DL 286/89; G80 Cursos profissionais das EP anteriores ao DL 74/2004; H37 Tecnologias e Segurança Alimentar; P81 Técnico de Restauração; S57 Cozinha/Pastelaria (Portaria n.º 846/2007); S58 Restaurante/Bar (Portaria n.º 846/2007); S67 Técnico de Cozinha/Pastelaria; S85 Técnico de Cozinha Pastelaria (Portaria n.º 102/2020); S86 Técnico de Restaurante Bar (Portaria n.º 102/2020); T07 Técnico de Análise Laboratorial
O percurso dos estudantes
Estatísticas oficiais InfoCursos (DGEEC): quem entra, quem fica e como termina.
- Continuam no mesmo curso
- 51,9 %
- Já diplomados
- 7,4 %
- Mudam de curso na instituição
- 3,7 %
- Mudam de instituição
- 0 %
- Deixam o ensino superior
- 37 %
- Concurso Nacional — 1.ª opção
- 5,9 %
- Concurso Nacional — outras opções
- 0 %
- Concurso local ou institucional
- 0 %
- Outros do regime geral
- 0 %
- Mudança de curso
- 0 %
- Maiores de 23
- 5,9 %
- Outros regimes
- 88,2 %
- Mulheres
- 77,8 %
- Homens
- 22,2 %
- Portugueses
- 52,8 %
- Estrangeiros
- 47,2 %
- <=18
- 5,6 %
- 19
- 2,8 %
- 20
- 11,1 %
- 21
- 5,6 %
- 22
- 8,3 %
- 23
- 11,1 %
- 24
- 16,7 %
- 25-27
- 19,4 %
- 28-30
- 5,6 %
- 31-39
- 2,8 %
- >=40
- 11,1 %
- 13 valores
- 11,1 %
- 14 valores
- 33,3 %
- 15 valores
- 55,6 %

